09/07/2010

De agosto a outubro, congressistas devem trabalhar apenas quatro dias

Senado e Câmara Federal farão um "esforço concentrado" durante a campanha eleitoral para votações restritas às medidas provisórias.

Brasília - Dedicados em buscar os votos dos eleitores, os parlamentares devem restringir os trabalhos na Câmara e no Senado a quatro dias de trabalho, no máximo, no período de agosto a outubro. Durante esses meses, o esforço será em marcar votações no plenário às terças e quartas-feiras de uma ou duas semanas em agosto. As datas de sessão na Câmara serão acertadas na próxima semana pelo presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), candidato a vice-presidente na chapa da petista Dilma Rousseff, com os líderes partidários.

No período de esforço concentrado, as votações deverão ficar restritas às medidas provisórias que poderão perder a validade neste período se não forem votadas. Os deputados saem para as campanhas eleitorais sem a necessidade de se licenciar de seus mandatos. Nestes três meses, eles receberão normalmente seus salários, que somarão R$ 49.536,00 para cada parlamentar. Nas eleições, argumentam os parlamentares, é quando eles podem estar em contato direto com a população e perceber as necessidades reais da sociedade.

O recesso de julho começa oficialmente no dia 18, mas, com a aprovação, na quinta-feira (08), do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), na prática, não deverá haver mais votações na próxima semana por causa da baixa presença dos deputados em Brasília. O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), afirmou que a prioridade será a votação das duas medidas provisórias vinculadas à organização da Copa do Mundo de Futebol e os Jogos Olímpicos no Brasil.

Fonte: Folha de Londrina (09/07/2010)

Deixe seu comentário

Nome (obrigatório)
E-mail (obrigatório)
Não será divulgado
Cidade (obrigatório) UF (obrigatório)
Site
Seu blog ou página pessoal
Mensagem




 Li e aceito o termo de resposabilidade online
1. Os sites do Sistema Fiep incentivam a prática do debate responsável. São abertos a todo tipo de opinião. Mas não aceitam ofensas. Serão deletados comentários contendo insulto, difamação ou manifestações de ódio e preconceito;
2. São um espaço para troca de idéias, e todo leitor deve se sentir à vontade para expressar a sua. Não serão tolerados ataques pessoas, ameaças, exposição da privacidade alheia, perseguições (cyber-bullying) e qualquer outro tipo de contragimento;
3. Incentivamos o leitor a tomar responsabilidade pelo teor de seus comentários e pelo impacto por ele causado; informações equivocadas devem ser corrigidas, e mal entendidos, desfeitos;
Defendemos discussões transparentes, mas os sites do Sistema Fiep não se dispõem a servir de plataforma de propaganda ou proselitismo, de qualquer natureza. e
5. Dos leitores, nãos e cobra que concordem, mas que respeitem e admitam divergências, que acreditamos próprias de qualquer debate de idéias.
   Aceito receber comunicação da Fiep e seus parceiros por e-mail
 
 
Rede de Participação Política
Av. Comendador Franco 1341 | Jardim Botanico | 80210-090 | Fone: 41 3271 74054 | Fax: 41 3271 7424

Nem a Rede de Participação Política, nem as instituições que a apoiam - como a FIEP e a FACIAP - se responsabilizam pelas opiniões políticas emitidas livremente pelos leitores e usuários deste Sistema de Monitoramento e Avaliação dos Eleitos. Entretanto, mensagens grosseiras ou ofensivas serão removidas pelos administradores do Sistema, tão logo forem constatadas. Também não serão admitidas acusações desprovidas de fundamento, sobretudo de caráter pessoal, ou que caracterizem luta política organizada contra um representante eleito, e, ainda, postagens que possam configurar calúnia, injúria ou difamação. Os pesquisadores da UFPR que alimentam o Sistema (clique aqui para ver explicação mais detalhada) não são fontes de notícias, não inventam notícias, nem emitem quaisquer opiniões: apenas recolhem e classificam o que foi publicado em um conjunto restrito de órgãos de imprensa previamente considerados.