Brasília - Dedicados em buscar os votos dos eleitores, os parlamentares devem restringir os trabalhos na Câmara e no Senado a quatro dias de trabalho, no máximo, no período de agosto a outubro. Durante esses meses, o esforço será em marcar votações no plenário às terças e quartas-feiras de uma ou duas semanas em agosto. As datas de sessão na Câmara serão acertadas na próxima semana pelo presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), candidato a vice-presidente na chapa da petista Dilma Rousseff, com os líderes partidários.
No período de esforço concentrado, as votações deverão ficar restritas às medidas provisórias que poderão perder a validade neste período se não forem votadas. Os deputados saem para as campanhas eleitorais sem a necessidade de se licenciar de seus mandatos. Nestes três meses, eles receberão normalmente seus salários, que somarão R$ 49.536,00 para cada parlamentar. Nas eleições, argumentam os parlamentares, é quando eles podem estar em contato direto com a população e perceber as necessidades reais da sociedade.
O recesso de julho começa oficialmente no dia 18, mas, com a aprovação, na quinta-feira (08), do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), na prática, não deverá haver mais votações na próxima semana por causa da baixa presença dos deputados em Brasília. O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), afirmou que a prioridade será a votação das duas medidas provisórias vinculadas à organização da Copa do Mundo de Futebol e os Jogos Olímpicos no Brasil.
Fonte: Folha de Londrina (09/07/2010)
Nem a Rede de Participação Política, nem as instituições que a apoiam - como a FIEP e a FACIAP - se responsabilizam pelas opiniões políticas emitidas livremente pelos leitores e usuários deste Sistema de Monitoramento e Avaliação dos Eleitos. Entretanto, mensagens grosseiras ou ofensivas serão removidas pelos administradores do Sistema, tão logo forem constatadas. Também não serão admitidas acusações desprovidas de fundamento, sobretudo de caráter pessoal, ou que caracterizem luta política organizada contra um representante eleito, e, ainda, postagens que possam configurar calúnia, injúria ou difamação. Os pesquisadores da UFPR que alimentam o Sistema (clique aqui para ver explicação mais detalhada) não são fontes de notícias, não inventam notícias, nem emitem quaisquer opiniões: apenas recolhem e classificam o que foi publicado em um conjunto restrito de órgãos de imprensa previamente considerados.
Envie para um amigo