Brasília - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski, anunciou na
terça-feira (20) que 135,8 milhões de brasileiros poderão votar na eleição de outubro.
De acordo com os números divulgados ontem pelo TSE, houve um aumento de 7,8% no eleitorado em relação
ao pleito de 2006, quando 125,9 milhões de pessoas estavam inscritas para votar. O Paraná possui 7.601.553 de
votantes - 5,6% do eleitorado nacional.
A surpresa no perfil do eleitorado foi uma redução no número
de eleitores de 16 e 17 anos. Os jovens nessa faixa etária aptos a votar totalizam 2,39 milhões. Em 2006, esse
grupo somava 2,55 milhões de eleitores.
O secretário de Tecnologia da Informação do TSE,
Giuseppe Janino, afirmou que apesar de as campanhas estimularem o voto dos jovens houve uma redução nesse eleitorado.
Segundo ele, esse é um fato novo. ''Trabalho no TSE há 14 anos. Nos últimos 10 anos tivemos números
crescentes. Esta é uma tendência a se estudar'', disse.
Janino afirmou que o perfil do eleitor médio
brasileiro são as mulheres com idades de 25 a 34 anos. Elas representam 51,8% do eleitorado brasileiro (ou 70,4 milhões),
enquanto os homens representam 48,1% do total (65,2 milhões). As mulheres são a maioria dos votantes em quase
todo o País, com exceção dos Estados de Mato Grosso, Pará, Roraima e Rondônia. Na faixa
de 25 a 34 anos estão 24,1% dos eleitores. Os votantes com idades de 45 a 59 anos totalizam 22,6% do eleitorado.
De
acordo com os números da Justiça Eleitoral, o Estado de São Paulo ainda é o maior colégio
eleitoral do Brasil, formado por 30,3 milhões de pessoas (ou 22,3% do total), seguido por Minas Gerais (14,5 milhões
ou 10,6%) e Rio de Janeiro (11,5 milhões ou 8,5%).
Fonte: Folha de Londrina (21/07/2010)
MOVIMENTO NACIONAL PELA VALORIZAÇÃO DO VOTO - MONAV ELEITOR CONSCIENTE, AJUDE A COMBATER A CORRUPÇÃO ELEITORAL OS DEZ MANDAMENTOS DO ELEITOR CONSCIENTE 1º - Valorizar e dignificar o voto, utilizando-o para o engrandecimento do PAÍS, fortalecimento e grandeza da DEMOCRACIA e segurança da FAMÍLIA, para garantia do futuro de nossos filhos e netos. 2º - Não permitir que a corrupção, forjada e manipulada pelo Poder Econômico, faça de seu voto um instrumento ao alcance dos que só estão interessados em satisfazer suas ambições pessoais. 3º - Repudiar candidatos que, fantasiando-se de idealistas e humanitários, prometem mundos e fundos, além de dinheiro, emprego, alimento e remédio, com o intuito de explorar, em todos os sentidos, a boa-fé do eleitor. 4º - Condenar frontalmente os candidatos que, não respeitando a integridade do voto livre e consciente, exploram a miséria, com o objetivo de coagir eleitores a lhes dever favores e a votar por gratidão. 5º - Evitar votos brancos ou nulos com a desculpa de que nenhum dos candidatos merece ser votado, pois isso representa um julgamento injusto que poderá beneficiar os piores candidatos em prejuízo dos melhores. 6º - Advertir eleitores menos informados de que o voto secreto lhes garante a liberdade de consciência, que está acima de compromissos ocasionais e espúrios com candidatos corruptores. Votar em eleições livres é assumir compromisso com a própria consciência. 7º - Repelir a ação dos cabos eleitorais que, a troco de dinheiro e outras recompensas, agem como agentes comerciais intermediários, fazendo do voto alheio uma mercadoria lucrativa e relegando o eleitor ingênuo à condição de explorado. 8º - Desprezar qualquer tipo de propaganda eleitoral que atente contra a lei e a propriedade pública e privada, pois candidato que não respeita a lei não pode merecer o respeito e muito menos a confiança de eleitor que pretende valorizar seu voto. 9º - Nunca esquecer que o voto consciente é que contribui para fortalecer o verdadeiro poder democrático, que é o Poder do Povo, representado no Governo e nos Legislativos pelos cidadãos que são eleitos em eleições livres e soberanas. 10º - Defender, seja onde for, a valorização do voto, mediante reconhecimento de que todos nós, que possuímos título de eleitor, somos responsáveis pelos atos daqueles que elegemos e podemos ser responsabilizados pela democracia que temos. www.monav.com.br contato@monav.com.br
Nem a Rede de Participação Política, nem as instituições que a apoiam - como a FIEP e a FACIAP - se responsabilizam pelas opiniões políticas emitidas livremente pelos leitores e usuários deste Sistema de Monitoramento e Avaliação dos Eleitos. Entretanto, mensagens grosseiras ou ofensivas serão removidas pelos administradores do Sistema, tão logo forem constatadas. Também não serão admitidas acusações desprovidas de fundamento, sobretudo de caráter pessoal, ou que caracterizem luta política organizada contra um representante eleito, e, ainda, postagens que possam configurar calúnia, injúria ou difamação. Os pesquisadores da UFPR que alimentam o Sistema (clique aqui para ver explicação mais detalhada) não são fontes de notícias, não inventam notícias, nem emitem quaisquer opiniões: apenas recolhem e classificam o que foi publicado em um conjunto restrito de órgãos de imprensa previamente considerados.
Envie para um amigo