Fonte: Câmara dos Deputados 2009
Número de filiações
partidárias na legislatura
1
Votações nominais no mês
10
Presente
1
Ausente
9
Sim
0
Não
0
Abstenção
0
Obstrução
1
sem informação
0
Número de sessões no mês
15
Presente
2
Ausente
13
Número de sessões nas Comissões
8
Presente
3
Ausente
5
Atividade parlamentar
Discursos proferidos no mês
0
Projetos
apresentados na legislatura
6
Projetos apresentados no mês de abril
0
Projetos apreciados na legislatura
0
Projetos aprovados na legislatura
0
Projetos arquivados ou rejeitados
0
Verbas indenizatórias no mês
4.982,86
Viagens efetuadas com verbas públicas
não
disponível
Número de funcionários trabalhando no gabinete
não
disponível
Veja como votou o parlamentar nas questões mais importantes:
Abre crêdito extraordinário, em favor de diversos órgãos
e entidades do Poder Executivo, no valor global de R$ 18.191.723.573,00 – MPV 477/2009
ausente
Requer urgência para apreciação do Projeto de Decreto
Legislativo nº 731/2000 que convoca plebiscito sobre a criação do Estado do Tapajós - REQ Nº
6467/2010
ausente
Reajusta em 6,14% os benefícios da Previdência Social –
MPV 775/2009
ausente
Hoje, dia 16/01/12 ouvi a voz do Brasil, na hora em que o deputado Alfredo Kaefer dava sua entrevista. Muitas de suas propostas
são boas, conforme pode ser lido abaixo, mas no ultimo parágrafo ele disse algo que me revoltou: "Não é possível mais o Estados
brasileiro financiar os mauricinhos da vida em escolas públicas federais para ensiná-los a ser engenheiros, médicos, dentistas,
técnicos altamente graduados com custeio do Estado."
Pra começar, a educação no Brasil deve privilegiar àqueles que tiveram
capacidade de entrar no universidade, independente da renda. É óbvio que as classes mais privilegiadas possuem melhor ensino,
mas a solução não é restringir o ensino público aos carentes, e sim melhorar o ensino de base para todos competirem de igual
pra igual no vestibular, independente de classe social, cor, sexo. Agora, se o governo quer que a seleção das Universidades
Federais, aquelas que mais contribuem para pesquisa e desenvolvimento do país, seja de acordo com a renda, creio que ele estaria
excluindo os "mauricinhos" que poderiam contribuir para isto.
TEC- VINHETA/EDUCAÇÃO...
LOC- Alfredo Kaefer, do
PSDB do Paraná, integra a comissão especial que analisa o Plano Nacional de Educação, que vai orientar e estabelecer metas
para o ensino nos próximos 10 anos no país. Ele defende o aumento do investimento do governo na educação, hoje em torno de
cinco por cento do Produto Interno Bruto.
LOC- Os desafios, na avaliação de Alfredo Kaefer, são universalizar o ensino
pré-escolar e infantil, e também implantar a educação de tempo integral, que ele considera a forma mais eficiente de combater
a disseminação das drogas entre os jovens.
Alfredo Kaefer: No momento em que nós colocarmos uma criança na escola na primeira
hora de manhã, dermos para ela a educação, o ensino curricular, dermos para ela refeição e complementarmos com outras atividades,
nós estaremos não apenas dando educação, como formando um verdadeiro cidadão, fazendo com que ele pratique esporte, participe
de cultura, afazeres, ele fique longe da droga e do mal-feito.
LOC- Alfredo Kaefer propôs também mudanças no modelo de
financiamento do ensino superior com o fixação de contribuições cobradas dos alunos que têm recursos para a formação de um
fundo que custeie a educação dos mais carentes.
Alfredo Kaefer: Não é possível mais o Estados brasileiro financiar os
mauricinhos da vida em escolas públicas federais para ensiná-los a ser engenheiros, médicos, dentistas, técnicos altamente
graduados com custeio do Estado. Enquanto que pessoas de renda muito mais baixa marretam o mês inteiro para conseguir pagar
a sua mensalidade na faculdade.
FONTE: http://www.camara.gov.br/internet/radiocamara/?lnk=1940-PARLAMENTARES-COMEMORAM-LIBERACAO-DE-RECURSOS-PARA-RODOVIAS-2007&selecao=MAT&materia=132660&programa=32
Senhor deputado, Aconselho a se debruçar um pouco mais em estudos sobre sistemas tributários. Inclusive o consenso da medida da carga adotada pelos economistas e amplificada para o resto da sociedade é totalmente falaciosa, pois sua adoção desestimula, por parte dos governos, quaisquer esforços para combater a sonegação, a informalidade e a adoção de incentivo de grande parte dos municípios de possuirem uma arrecadação tributáia própria. Todas aumentariam em demasia a percepção da carga por essa medida. Ouso dizer que superaria em muito a da Suiça (a maior do mundo). No entanto, se forem essas suas intenções retiro o que meu parecer. Nagib
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