18/07/2011

Conflito entre Brasil e Paraguai.

O líder do PSDB no Senado Federal, Álvaro Dias (PSDB), fez apelo para que o Itamaraty intervenha nos conflitos que estão ocorrendo na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, especialmente em áreas agrícolas de propriedade de brasileiros, chamados de "brasiguaios".


Não haverá acordo

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, não vai fazer acordo com o senador Roberto Requião (PMDB) para que os dois processos que movem contra o peemedebista sejam suspensos. A decisão foi comunicada hoje (14) pelo ministro a seus advogados. A resposta deve ser protocolada no Supremo Tribunal Federal, onde Requião formalizou a proposta. O ministro está processando Requião por conta da denúncia de que ele teria tentado superfaturar a construção de um ramal ferroviário no Paraná, feita numa das reuniões da extinta Escola de Governo. O governador também acusou Bernardo de ter recebido dinheiro do ex-prefeito de Londrina, Antônio Belinati e de ter usado "laranjas" para comprar uma rádio no interior do estado.

Barril de pólvora

O líder do PSDB no Senado Federal, Álvaro Dias (PSDB), fez apelo para que o Itamaraty intervenha nos conflitos que estão ocorrendo na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, especialmente em áreas agrícolas de propriedade de brasileiros, chamados de "brasiguaios". Segundo o tucano, há algum tempo títulos falsos foram entregues para obtenção de créditos em um banco. Como o banco decretou falência, esses mesmos títulos foram recolhidos pelo Banco Central do país, que os levou a um leilão em praça pública. "Quem adquiriu esses títulos falsos agora invade as propriedades e tentar desalojar os verdadeiros proprietários, geralmente "brasiguaios". Se o governo não defende esses brasileiros, não sei mais quem esse governo defende", afirmou Álvaro, que está propondo uma audiência pública para debater a questão na Comissão de Direitos Humanos ou de Relações Exteriores.

Com novo recurso

O ex-deputado Luiz Fernando Ribas Carli continua usando de recursos jurídicos para tentar fugir do júri popular, decisão confirmada recentemente pelo Tribunal de Justiça. Os advogados do ex-deputado apresentaram o recurso embargo de declaração, que visa rever a decisão dos desembargadores. O relator do caso é o desembargador Naor Macedo Neto, que está com o processo em mãos. Caso venha a perder, Carli continuará recorrendo, desta vez ao Superior Tribunal de Justiça. Com isso, a decisão sobre o caso se arrasta e já é pouco provável a realização de um júri popular no segundo semestre deste ano, conforme se previa. Carli Filho é acusado de duplo homicídio com dolo eventual - quando se assume o risco de produzir o resultado. Ele se envolveu em um acidente de trânsito, em maio de 2009, no bairro do Mossunguê, que vitimou os jovens Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida.

O irmão ficará

Em função do ocorrido e sob a ameaça de perder o mandato, Carli renunciou à Assembléia Legislativa. No ano passado, a família lançou o irmão Bernardo (PSB), que ficou na primeira suplência mas assumiu a Assembléia com a licença de Osmar Bertoldi (DEM), que agora vai continuar fora já que ocupará a Secretaria Especial da Habitação do prefeito de Curitiba, Luciano Ducci.

Como um desastre

Em comentário ontem na rádio CBN, a cientista política Lúcia Hipolito classificou como "um desastre" para o PSDB a saída do ex-deputado Gustavo Fruet do partido. "O PSDB já não vai bem de quadros e o Gustavo Fruet era um dos melhores quadros jovens do PSDB". A jornalista criticou ainda a postura do governador Beto Richa, em não abrir espaço para a candidatura de Fruet à prefeitura, por conta de um suposto acordo com o atual prefeito, Luciano Ducci (PSB), e previu que isso poderá trazer graves prejuízos para os tucanos. "Fruet deve ir para o PDT, e provavelmente terá o apoio dos partidos de oposição. E o PSDB que já é um partido pequeno, acaba de perder um de seus melhores quadros, não só em termos locais, em termos nacionais, porque Fruet era uma das esperanças de renovação da política brasileira", avaliou.


Fonte: Umuarama Ilustrado (15/07/2011)


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