O programa contou com a participação das quatro deputadas estaduais do Paraná. Cida Borghetti (PP) falou das dificuldades que a mulher encontra ao entrar para vida pública, na luta por espaço nos partidos, apoios, financiamento das campanhas, entre outras barreiras.
Disse que apesar de ainda ser pequena a representatividade feminina em cargos eletivos, como prefeitas, deputadas e vereadoras, a mulher vem conquistando espaço em cargos importantes na esfera pública. Segunda a deputada, nos municípios que percorreu na última semana, "foi notável a grande quantidade de mulheres ocupando cargos administrativos e do primeiro escalão, como secretárias municipais e procuradoras do município", disse.
Cida Borghetti falou também da importância da educação para o combate a violência, que atinge diretamente as mulheres. Segundo ela, quando atuou como voluntária do Provopar em Maringá, foram implantadas algumas iniciativas importantes nessa área como, a primeira escola de ensino integral do Estado e o programa Menor Aprendiz.
A deputada destacou também três leis de sua autoria diretamente relacionadas ao tema do debate. Uma delas que propôs a criação do programa especial de atendimento para fins de renda e emprego às mulheres vítimas de violência conjugal. Outra lei que cria o programa de combate à violência contra a mulher e, por último, Cida falou sobre o projeto que instituiu o Dia de Luta Contra o Câncer de Mama no Paraná.
Na opinião da deputada, nos últimos anos vários avanços estão sendo possibilitados com a implantação de Secretarias dedicadas especialmente às mulheres em vários municípios do Brasil, a aprovação da lei Maria da Penha, e a instalação de Centros de Referência no Atendimento à Mulher.
Cida Borghetti encerrou sua participação no debate parabenizando todas as mulheres pelo Dia Internacional da Mulher e convidando a apresentadora do programa, Joice Hasselmann, para ingressar na vida pública como candidata a deputada estadual pelo Partido Progressista.
Fonte: ALEP (08/03/2010)
Nem a Rede de Participação Política, nem as instituições que a apoiam - como a FIEP e a FACIAP - se responsabilizam pelas opiniões políticas emitidas livremente pelos leitores e usuários deste Sistema de Monitoramento e Avaliação dos Eleitos. Entretanto, mensagens grosseiras ou ofensivas serão removidas pelos administradores do Sistema, tão logo forem constatadas. Também não serão admitidas acusações desprovidas de fundamento, sobretudo de caráter pessoal, ou que caracterizem luta política organizada contra um representante eleito, e, ainda, postagens que possam configurar calúnia, injúria ou difamação. Os pesquisadores da UFPR que alimentam o Sistema (clique aqui para ver explicação mais detalhada) não são fontes de notícias, não inventam notícias, nem emitem quaisquer opiniões: apenas recolhem e classificam o que foi publicado em um conjunto restrito de órgãos de imprensa previamente considerados.
Envie para um amigo