De um lado, os empresários que temem não ter condições para arcar com novo valor e, do outro, os trabalhadores que defendem o reajuste. A matéria deve entrar na pauta de votações da Assembleia Legislativa já na próxima semana. À tarde, os deputados se reúnem na Câmara Municipal de Londrina para a última audiência.
O líder do governo, Luiz Cláudio Romanelli (PMDB) afirmou que todas as emendas e propostas coletadas no interior serão analisadas por ele, que deve relatar a matéria. Aliás, ele antecipou a possibilidade da transformação do plenário em Comissão Geral para que cada uma das emendas possam ser debatidas antes de serem votadas pelos deputados. Ele também defende o novo mínimo e alega que o setor empresarial está alavancando e, que, por isso, há condições para pagar o valor proposto pelo governo Requião.
Dentre uma das emendas há a que pretende garantir aos trabalhadores seguro-desemprego no valor do mínimo regional, ao invés do valor praticado em todo País. O deputado Reni Pereira (PSB), que propôs a emenda, justificou que isso seria uma garantia aos trabalhadores. Para ele, as audiências representam um avanço e trarão saldos positivos ao debate.
A deputada Cida Borgheti (PP), uma das representantes da Região em Maringá, disse que a bancada de deputados de lá irá analisar a proposta e podem apresentar emendas que atendam a anseios da população da Região Norte.
Participaram da audiência pública, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Durval Amaral (DEM); o líder do governo, Luiz Cláudio Romanelli (PMDB) e os deputados Reni Pereira (PSB); Cida Borgheti (PP); Wilson Quinteiro (PSB); Luiz Nishimori (PSDB) e Dr. Batista (PMN). A audiência ainda contou com a participação de representantes da Força Sindical, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde, da Central Geral dos Trabalhadores e do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).
Fonte: ALEP (25/03/2010)
Nem a Rede de Participação Política, nem as instituições que a apoiam - como a FIEP e a FACIAP - se responsabilizam pelas opiniões políticas emitidas livremente pelos leitores e usuários deste Sistema de Monitoramento e Avaliação dos Eleitos. Entretanto, mensagens grosseiras ou ofensivas serão removidas pelos administradores do Sistema, tão logo forem constatadas. Também não serão admitidas acusações desprovidas de fundamento, sobretudo de caráter pessoal, ou que caracterizem luta política organizada contra um representante eleito, e, ainda, postagens que possam configurar calúnia, injúria ou difamação. Os pesquisadores da UFPR que alimentam o Sistema (clique aqui para ver explicação mais detalhada) não são fontes de notícias, não inventam notícias, nem emitem quaisquer opiniões: apenas recolhem e classificam o que foi publicado em um conjunto restrito de órgãos de imprensa previamente considerados.
Envie para um amigo