O secretário estadual de Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, terá de responder em cinco dias a um pedido de informações aprovado pelos deputados em 22 de setembro de 2009. A decisão é do desembargador Luís Carlos Xavier. O autor do requerimento, deputado Douglas Fabrício (PPS), vice-líder da oposição, tentou insistentemente, através da Assembleia Legisaltiva, obter esclarecimentos sobre o efetivo das polícias Civil e Militar nos anos de 1989, 1999 e 2009 (a cada dez anos) e ainda no ano de 2003, quando Roberto Requião (PMDB) assumiu o governo. Mas o secretário da Segurança ignorou os questionamentos, o que levou Fabrício a acionar a Justiça. No despacho, emitido na tarde de ontem (6), o desembargador diz que "(...) no princípio da transparência ou da publicidade dos atos administrativos, sendo direito subjetivo assegurado a todo cidadão, e o impetrante como deputado estadual, têm a função de fiscalizar os atos do Executivo (...), hei por bem em deferir a liminar, para determinar à autoridade impetrada o fornecimento das informações requisitadas administrativamente, em 05 (cinco) dias, sob pena de multa diária de R$ 500,00". O requerimento pergunta ainda qual o número de policiais aposentados e que deram baixa no período de 2003 a 2009, e também o número de policiais contratados no mesmo período. Finalizando, questiona a quantidade de concursos na área de segurança realizada desde 2003 e o número de aprovados e contratados pelo governo. "Antes de acionar a justiça protocolamos diretamente na Secretaria de Segurança o mesmo pedido de informações, e também não obtivemos resposta. Agora esperamos que se cumpra a determinação judicial para que tenhamos acesso a esses números", relatou. O mandado de segurança foi obtido através dos advogados Luis Fernando Pereira e Gustavo Guedes
Fonte : Documento Reservado (07/04/2010)
Nem a Rede de Participação Política, nem as instituições que a apoiam - como a FIEP e a FACIAP - se responsabilizam pelas opiniões políticas emitidas livremente pelos leitores e usuários deste Sistema de Monitoramento e Avaliação dos Eleitos. Entretanto, mensagens grosseiras ou ofensivas serão removidas pelos administradores do Sistema, tão logo forem constatadas. Também não serão admitidas acusações desprovidas de fundamento, sobretudo de caráter pessoal, ou que caracterizem luta política organizada contra um representante eleito, e, ainda, postagens que possam configurar calúnia, injúria ou difamação. Os pesquisadores da UFPR que alimentam o Sistema (clique aqui para ver explicação mais detalhada) não são fontes de notícias, não inventam notícias, nem emitem quaisquer opiniões: apenas recolhem e classificam o que foi publicado em um conjunto restrito de órgãos de imprensa previamente considerados.
Envie para um amigo