Os presidentes estaduais do PMDB, Waldyr Pugliesi, do PDT, Augustinho Zucchi, e do PT, Ênio Verri, reuniram-se ontem
para começar a discutir a composição para a disputa à Assembleia Legislativa e Câmara dos
Deputados.
Na mesa de negociações está a proposta defendida pelo PMDB de formar um chapão
único entre os três partidos, incluindo também o PR, PRTB, PC do B e PRB. O PSC decidiu que lançará
chapa individual. Com sete partidos, a coligação lançaria 108 candidatos.
O PT, inicialmente,
resistia a se juntar ao PMDB para concorrer à Assembleia Legislativa. Com dezessete deputados, a maioria candidatos
à reeleição, e com média de votos superior a 45 mil, os peemedebistas são considerados
uma ameaça para os candidatos proporcionais do PT.
Da atual bancada, a mais votada foi Luciana Rafagnin com
37.966 votos. Reinhold Stephanes Junior fez 37.955 votos e foi o menos votado da bancada peemedebista.
Uma das hipóteses
consideradas é dividir os partidos em dois grupos para concorrer à Assembleia Legislativa. Seria uma fórmula
para tentar diminuir o impacto da média de votações peemedebistas sobre os demais partidos.
Porém, depois de aceitar a retirada da candidatura do governador Orlando Pessuti ao governo, o PMDB voltou a condicionar
sua participação na aliança à coligação. O PDT, que ainda não confirmou a
aliança majoritária, ainda não se posicionou. Zucchi foi à reunião, ouviu os demais dirigentes
partidários, mas não expôs a posição do partido sobre o chapão.
Fonte:
Paraná-Online - Elizabete Castro (25/06/2010)
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