07/07/2010

QUIPROCÓ

O assunto envolvendo o desentendimento entre o ex-governador Roberto Requião (PMDB) e o presidente do PPS paranaense, Rubens Bueno, na manhã de domingo, em Campo Mourão, repercutiu ontem na Câmara.

O  assunto envolvendo o desentendimento entre o ex-governador Roberto Requião (PMDB) e o presidente do PPS paranaense, Rubens Bueno,  na manhã de domingo, em Campo Mourão,  repercutiu ontem na Câmara. O deputado Waldyr Pugliesi (PMDB) deu outra versão para a briga: Requião, no seu estilho "brincalhão", desceu do avião e fez uma brincadeira com as pessoas que estavam esperando por ele, mas não tinha visto Bueno. "O Requião brincou que quando era governador sempre foi recebido por uma multidão, agora, que não é mais governador vê pouca gente.

Ele teria cumprimentado algumas pessoas e, quando viu Rubens Bueno também estendeu a mão para cumprimentá-lo. Em vez de estender a mão, Bueno chamou Requião de canalha e levantou a mão para agredi-lo e não passou disso, pelo que soube", disse. Mas o deputado Marcelo Rangel (PPS), que estranhou a atitude de Bueno, "por ser ele um homem calmo e ponderado", assegurou que houve a agressão. "Acho que o Rubens não se conteve diante das ofensas, que não eram só para ele, mas para todas as pessoas que estavam no saguão, e reagiu", afirmou

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